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Rashid e Liniker se unem no videoclipe do single "Ver em Cores"


(Foto: Kleber Oliveira)


Como um acalanto, a canção "Ver em Cores" dá novas perspectivas à densa narrativa do álbum-áudio-filme Movimento Rápido dos Olhos. O lançamento do quarto disco na carreira do rapper paulistano Rashid, apresentado no último dia 10 de novembro, reflete diferentes camadas de uma metrópole distópica que, após uma série de enfrentamentos, desencadeia uma nova visão. “Ver em Cores” simboliza, então, essa compreensão, dando valor ao que mais se teve falta durante os últimos anos: o contato. Ao lado da cantora e compositora Liniker, o videoclipe da faixa ilustra a alegria de um reencontro, um toque, um abraço. No dia 22 de novembro, o registro audiovisual assinado pela produtora CAVE chega ao canal de YouTube do artista.


“Essa música é grandiosa e representa algo pelo qual todos nós passamos nos últimos anos. ‘Ver em Cores' representa a aurora, a chegada de um novo dia, e eu interpreto como uma metáfora para esse período pós-pandêmico", resume Rashid sobre a concepção da narrativa, inspirada pela beleza do toque e a importância do afeto nas relações. “A sensação é de estar de volta à vida como era ou como ela pode ser a partir de agora. A volta dos abraços, encontros e possibilidades", complementa ele.


O projeto audiovisual, produzido pela CAVE em parceria com a gravadora Foco na Missão, traduz tudo o que o artista quis passar quando mencionou que a música é “uma forma de acalanto para a alma ao ser escutada”. "Pela sensação que a música passa, decidimos seguir um caminho mais sensorial. Como a música possui dois momentos, a dividimos em duas partes: uma sobre a perspectiva do reencontro e a outra do abraço. É um clipe sobre sensações, de você se abrir para o mundo”, comenta Hideki Onuki, diretor da produtora CAVE.


A voz de Liniker amarra o single e firma o encontro de duas potências da música preta brasileira: “A Liniker é uma força incrível na voz e na existência. Desde o início, quando essa música foi surgindo, eu pensava em tê-la cantando ali conosco. Nunca houve um plano B, porque acho que era pra ser mesmo. Todas as ideias e conversas convergiam para a participação dela”, finaliza Rashid.


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