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"Amo minhas filhas, mas não gosto tanto de ser mãe", revela Samara Felippo em livro

 

 

 

 (Foto: Seele Fotos/  Divulgação)

Encerrando uma temporada de sucesso no teatro, quando levou para os palcos de forma sincera e bem-humorada os dilemas de ser mãe, Samara Filippo agora traz o tema para o seu primeiro livro, “Mulheres Que Habitam Em Mim”. A publicação é o novo lançamento da editora DISRUPTalks e foi editada por Caroline Dias de Freitas, conhecida como a publisher das celebridades.

 

“Apesar de ter me aberto totalmente sobre o que penso e o que vivi como mãe no palco, no livro eu consegui contar minha história de uma forma ainda mais intimista. Cada linha tem o propósito de desromantizar a maternidade com a coragem de dizer tudo aquilo que ninguém tem coragem de expor”, destaca Samara.

 

A autora ainda acrescenta que “é preciso lembrar que a forma como esse papel social feminino sempre tem sido transmitido expõe um perfil totalmente equivocado sobre o que é ser mãe. O efeito disso são conflitos de opiniões, sentimentos e atitudes. Diante desse tipo de narrativa, como não ter um filho ou uma filha, fruto do amor, e acima de tudo, um pedacinho de você? Eu segui pensando que essa era a verdadeira analogia da maternidade”.

 

Além de frases polêmicas, que pipocaram nas redes sociais, Samara ainda crava em seu livro a luta contra o racismo, e das dificuldades que precisou enfrentar com suas duas filhas, Alice e Lara, fruto do relacionamento com Leandro Barbosa. “Ali o abismo do racismo se abriu na minha mente. Só sei que ali meu sentimento antirracista apareceu de maneira muito forte!”’. lembra.

 

Sobre a autora

 

Samara Felippo é atriz, apresentadora, e nasceu em 1978, no Rio de Janeiro. Ainda na adolescência, desistiu do vestibular de Ciencia da Computação, para cursar cinema. Fez diversos papéis na TV, cinema, e no teatro. Seus papéis de maior destaque foram nas novelas “Malhação” e “A Casa das Sete Mulheres”.

 

Com o livro “Mulheres Que Habitam Em Mim”, Samara entra para o time de celebridades que lançaram seus livros pela DISRUPTalks, que já conta com nomes de Sonia Abrão, Regiane Alves, Rodriguinho, Daniela Albuquerque e outros artistas que serão lançados em breve.

 

Mais histórias, menos cancelamentos

 

“Não me interessa vender livros se de alguma forma o artista for penalizado pela história que contou”, diz a fundadora da DISRUPTalks. Afinal, quem passa pelo seu primeiro filtro e se coloca à disposição de superar o Google, acaba abrindo realmente toda a sua vida e seu coração. No mais, Caroline orienta o que deve ou não entrar no livro.

 

“Acredito que este é mais um detalhe que faz com que essas pessoas confiem em mim para contar tudo, tudo mesmo, e apenas nessa divulgação boca a boca já termos atraído tanta gente importante para o DISRUPTalks. Quando alguém me conta algo que eu acho que pode ser prejudicial à carreira, eu aviso que não usaremos a informação e apago aquele trecho da entrevista na mesma hora. Estamos no mercado para somar a essas carreiras e não para lucrar sobre cancelamentos”, reforça.

 

 

 

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